Reguengos de Monsaraz

Regresó Pablo a tierras portuguesas para debutar en la plaza alentejana de Reguengos de Monsaraz y lo hizo con los tendidos llenos y con dos faenas que deleitaron a los aficionados.

Fecha:
13 de Junio de 2015
Categoría de la plaza:
Tercera

Plaza de toros de tercera categoría ubicada en la localidad portuguesa de Reguengos de Monsaraz, en la Región de Alentejo.

Sábado de debut para Pablo Hermoso de Mendoza que estará haciendo su primer paseíllo en el coso luso de Reguengos de Monsaraz, en pleno alentejo portugués.
FECHA 13 de Junio de 2015
LUGAR Reguengos de Monsaraz. Alentejo, Portugal
ENTRADA Lleno
TOROS Luis Terrón 
RESEÑA Antonio Ribeiro Telles (vuelta y vuelta)
Pablo Hermoso de Mendoza (vuelta y vuelta)
Miguel Moura (vuelta y vuelta)
CABALLOS UTILIZADOS

Primer toro de la Ganadería de Luís Terrón, número 12, 480 Kg: De salida  NAPOLEON (2 farpas); en banderillas DISPARATE (5 banderillas) 

Segundo toro de la Ganadería de Luís Terrón, número 38, 470 Kg: De salida CHURUMAY (2 farpas); en banderillas BERLIN (3 banderillas) e ICARO (2 banderillas).

OTROS CABALLOS DESPLAZADOS DALI, PIRATA, DUENDE y RONCO

Apenas nueve días después de su primera comparecencia en Portugal, Pablo Hermoso de Mendoza regresaba a este país para debutar en la localidad alentejana de Reguengos de Monsaraz y hacerlo con los tendidos llenos y unas espectaculares filas de gente para acceder al recinto.

Debutó con un toro bravo de Luís Terrón, duro de pelar, que comenzó suave, pero terminó echando la cara arriba en los embroques y muy crecido, como demostraría con la actuación de los Forcados de Monsaraz que no pudieron pegarlo hasta el tercer intento. Los momentos de más temple y suavidad del toro, donde incluso parecía que no iba a tener fuerza, fueron los iniciales, donde NAPOLEON realizó un tercio casi a cámara lenta, doblándose con el toro y metiéndoselo debajo de su grupa en giros muy ceñidos. Donde más complicaciones presentaba el toro era a la hora de la reunión porque no obedecía a los toques de los caballos y se venía derecho a ellos. Eso restó suavidad a los embroques, pero en contra les dio emoción y riesgo a las farpas.

Ese problema sorprendió a DISPARATE en las dos primeras banderillas, donde el caballo quizás se confió demasiado y el toro topó con él. No obstante se rehízo con creces y a partir de ahí, DISPARATE se hizo dueño de la situación y salió limpio y arriesgado de todos los embroques posteriores, aguantando los derrotes altos que lanzaba el de Terrón y templando en hermosinas y galopes de costado. Largo tercio el realizado por el caballo porque el toro parecía no terminarse y cada vez iba a más y donde Pablo y la montura respondieron perfectamente a las exigencias del astado. Alargó el tercio con una banderilla más a petición del respetable y al final dio una muy ovacionada vuelta al ruedo con el forcado de Monsaraz.

Su segundo toro tuvo mejor embestida y obedecía mejor a los toques y además fue más suave, a pesar que también se defendió por alto. En este caso el turno de pararlo le correspondió a CHURUMAY y pronto, sin apenas un capotazo, lo tenía enroscado en la cola, dando vueltas sobre sí como si fuesen un solo cuerpo. CHURUMAY demostró en los embroques que también sabe hacer la suerte de frente y dando el pecho y dejó esa impronta en dos grandes farpas que Pablo dejó en lo alto del morrillo. BERLIN fue quien deleitó a los paladares más exquisitos con tres magistrales banderillas, llegando muy despacio y saliendo con gran suavidad y limpio de todos los embroques. Entre banderilla y banderilla, intercaló galopes de costado llevando al toro en la misma cola.

Pablo alargó tercio montando a ICARO con quien se fue desde lejos, partiendo de las tablas con la primera banderilla para luego salir toreando con pecho, metiendo la cara entre los enfundados pitones y provocando con la mirada la arrancada del toro. Una banderilla más, por petición del público y nuevamente a torear dando la cara y mostrando esa agresividad que parece a veces incluso intimidar a los toros. Gran ovación de despedida para caballo y jinete y vuelta al ruedo para este en compañía, ahora del Forcado de Montemor.

 

FARPAS (www.farpasblogue.blogspot.com). Por Miguel Alvarenga

 

Pablo Hermoso encheu Reguengos e galvanizou o público!

 

Praça cheia, à cunha mesmo, ontem em Reguengos de Monsaraz. Nem a chuva, que se fez sentir "à grande" antes da corrida, nem o jogo da Selecção afastaram público da praça"José Mestre Batista", o que prova, uma vez mais, que não é assim tão difícil encher praças em Portugal e no momento actual: basta, apenas e só, apresentar cartéis apelativos, com interesse e que motivem o aficionado - que foi exactamente o que propuseram os dinâmicos empresários Vasco Durão e Rui Gato Rodrigues, conseguindo enchar Reguengos. O atractivo número-um era o regresso ao Alentejo de Pablo Hermoso de Mendoza e uma vez mais, também, se confirmou a enorme empatia que existe entre o público português e a classe, a arte e o espectáculo único que proporciona o rejonedor navarro. Encheu Reguengos, galvanizou o público, sobretudo no segundo toiro que enfrentou e deixou claro, se dúvidas houvesse, que continua a ser o toureiro mais"taquillero" da actualidade entre nós. O barato sai caro, saíu sempre, e infelizmente ainda há empresários (tantos) que não entenderam que montar cartéis banais, com os mesmos de sempre, deixa as praças vazias... Pablo de volta ao Alentejo e pela primeira vez na terra de Mestre Batista, em competição com o clássico Telles e o modernista Miguel Moura, foram razões mais que suficientes para que o público se tenha estado nas tintas para o mau tempo e para o jogo de futebol que se disputava à mesma hora e tivesse acorrido, em peso e em força, às bancadas da praça de Reguengos... bonita, caristmática, bem cuidada, mas - há que dizê-lo - de acessos incríveis, uma portinhola mínima em cada sector e poucas portas de acesso aos sectores, praça tipo da pré-história, do tempo dos Flinstones, o que motivou, em tarde de enchente, filas infindáveis para entrar e chegar aos lugares...
Artisticamente, a corrida valeu sobretudo pela segunda parte. Na primeira, ......; Pablo Hermoso levou dois valentes "bombazos" e emendou-se de seguida, levantando as bancadas com a "hermosina" fantástica, ladeando na cara do oponente, ora vira para a esquerda, ora vira para a direita, levando o público ao rubro; .............Pablo Hermoso de Mendoza recebeu o seu segundo toiro com o famoso "Chrumumay", galvanizou o público com o extraordinário "Berlin" e depois empolgou tudo e todos com o elástico e poderoso "Ícaro". Destacou-se sobretudo a lidar, a bregar, no bailado de maravilha que sempre proporciona, um espectáculo à parte e único com que conquista o público, mercê da sua fabulosa equitação, das incríveis montadas que exibe e do grande toureiro que é.

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De apresentação q.b., os toiros espanhóis de Luís Terrón Sairam à medida para a arte dos três cavaleiros e deixaram-se lidar sem complicar. Não foram demasiado dóceis, mas também não transmitiram uma emoção por aí além. Foi tudo q.b. e de uma coisa não temos dúvidas: há corridas chatas e maçadoras, que nos dão sono e esta não foi nada disso. Teve ritmo, teve triunfos e o público saíu satistfeito, prosseguindo no final e em redor da praça o enorme ambiente que se tinha sentido antes.
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TOURO E OURO (www.touroeouro.com). Por Solagne Pinto

 

PABLO ENCHE REGUENGOS EM TARDE CHUVOSA

 

As linhas "mestras" desta corrida basham-se em muitos pormenores de toureria de Pablo Hermoso de Mendoza e a forma como executou brihantemente as "suas" hermositas. Icaro deu tambem um "cheirinho", numa tarde em que o Mestre de Torinha tem uma muita boa actuacao. Tamben Miguel Moura rocou o triunfo, virando com os ladeios e toureio ligado, marca da casa Moura. Nas pegas empate técnico, sendo que o masimportante dado a registrar e a grande enchente em Reguengos mesmo a quande o espectaculo ameacava "car por terra" devido ao  mau tempo.

Triunfo maior da empresa "Verdadeira Festa".

Nos tempos que corren, onde o pessimismo reina,  é talvez a melhor noticia que se pode dar...Pablo encheu a Praca de Touros de Reguengos e o resto sao cantigas..

As condicoes climatéricas nao faziam prever bom desfecho, mas a verdade é que a empresa "Verdadeira Festa", deu importante licao de cómo fazer fem feito..e fez!

Mesmo con a chuva por todo o pais e a água que teimou em cair escasísimo tempo antes do inicio do espectáculo, a corrida foi por diante e ainda bem. A Festa precisava de um incentivo desta naturaleza, de um "empurrao" de vontade e sobretodo, de moral!.

Conseguiu-se tudo isso num pais onde se correcou a ditar a "lei do adiamento" por "toma la esta palha"!.

O público correspondeu e mesmo con o histórica hábita dos adiamentos e cancelamentos de corridas, deslacou-se ao Alentejo para ver, Pablo Hermoso de Mendoza.

Lá esteve éle, reunido o consenso de todos os que reconhecem a importancia da sua carrera e a dimensao da sua trajectória. Pablo marcou o toureio ecuestre mundial e goza desse estatuto. A corrida teve placa chela, diga-se, sem esgotar, e viveu um impressionante ambiente, daqueles "à antiga".

Dos "toritos" da ganadería española de Terrón, uns melhor apresentados que outros, deram jogo diverso, sendo o pior o que foi lidado em terceiro lugar por Miguel Moura e o melhor, investindo com som e alegria, por António Telles, em quarto lugar.

No que às lides concerne e comencando por Pablo Hermoso de Mendoza, há que dizer, que foram duas boas actuacoes, sem que contudo rompessem  num sonoro triunfo. Pablo utilizou no seu primero toiro, Napoleón e Disparate, saindo no segundo e no tercio de banderilhas, com Berlín e Ícaro. Do melhor que fez na Praca, José Mestre Baptista, destacam-se as Hermosinas a cargo de Disparate e ja no asua derradeira actuacao,a  brega a curtíssimas distâncias, a cargo de Ícaro. Tudo o restom foram boas maneiras deste toureiro que nao defrauda e que interpreta cada vez mais, um toreio maduro e repousado.

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Dirigiu Agostinho Borges, com música e voltas para todos os intervinientes. Voltamos a frisar, que o maior triunfo da jornada de hoje, foi da empresa, do público e da forca de "taquilla" de um toureiro, Pablo Hermoso de Mendoza.

GALERIA FOTOGRÁFICA DEL FESTEJO  

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NAPOLEON realizó un tercio casi a cámara lenta.

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Doblándose con el toro y metiéndoselo debajo de su grupa en giros muy ceñidos.

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Tras un traspies inicial DISPARATE se hizo dueño de la situación y salió limpio y arriesgado de todos los embroques posteriores, aguantando los derrotes altos que lanzaba.

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Largo tercio el realizado por el caballo porque el toro parecía no terminarse y cada vez iba a más.

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CHURUMAY demostró en los embroques que también sabe hacer la suerte de frente y dando el pecho.

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BERLIN fue quien deleitó a los paladares más exquisitos con tres magistrales banderillas, llegando muy despacio y saliendo con gran suavidad.

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Pablo alargó tercio montando a ICARO con quien se fue desde lejos, partiendo de las tablas con la primera banderilla para luego salir toreando con el pecho.

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Gran ovación de despedida para Pablo al dar la vuelta al ruedo en compañía del Forcado en turno.

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